terça-feira, 30 de agosto de 2011

O VALOR DAS COISAS




João 1.1,2
No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. E o Verbo se fez carne e habitou entre nós.

Qual o valor das coisas para você?
Qual o valor da sua vida? O que você prioriza hoje? Será que prioriza o eterno ao invés do mortal? Será que o amor vem acima de tudo em sua vida? Ou o ódio se apresenta  mais vezes nas 24h de seu dia do que mesmo o amor, a misericórdia e a humildade?

A grande massa mundial prioriza e aprecia sempre o passageiro, eles amam o DEVIR, eles amam a historia e vivem por ela e para ela, eles amam a projeção do futuro, vivem por causa dessa projeção, eles passam por cima uns dos outros, pisam nas pessoas por boas colocações no mercado de trabalho, afim de construir um futuro.

Meu Deus, até quando as pessoas enganar-se-ão dando valor aquilo que não merece valor algum?

Perceba, existe algo mortal em você, o corpo, e as pessoas consideram seu corpo como se fosse tudo na vida, e é por isso que as academias estão cheias, é por isso que as clinicas estéticas estão com suas agendas lotadas, pelo falso amor, pela ilusão desse amor ao mortal.

Mas esse amor ao passageiro não é de hoje que vem sido alimentado não, é desde a época de Jesus. Os Judeus esperavam o Messias, mas não nos moldes de Jesus, eles queriam um Messias, grande e poderoso político, que os tirassem da escravidão e tornasse Israel a nação suprema sobre todas as nações, ou seja, eles queriam que o meio externo que era de opressão, que lhes dava angustia interna, fosse mudado e conseqüentemente o interior ficasse em paz... Mas Jesus, o Cristo, fez o completo inverso, ele veio como alguém simples pregando o amor e dizendo que se o interno não for mudado, mesmo que o externo mude, o interno ainda assim não pode transformar-se, isso vai ser apenas mais um devir, mais uma moção, o interno dependendo do meio externo para obter a “paz”.

Jesus dava o devido valor as coisas, ele expressa bem isso quando faz uma assertiva em Mateus capitulo 10, quando escolhe os 12 discípulos. E uma dessas assertivas mais objetivas é: “Quem ama pai e mãe, filho ou filha, mais do que a mim não é digno de mim. E quem não toma a sua cruz, e não segue após mim, não é digno de mim.

Jesus Cristo fala das duas coisas mais valiosas para o ser humano, os pais e os filhos, e Ele dá o devido valor que eles tem que ter, o valor deles tem que estar abaixo do amor a Deus e sua obra.

Será que hoje já parastes para analisar sobre tal assunto, e se perguntar, a que estou priorizando na minha vida, o mortal ou o imortal? O corpo ou o espírito? O mundo ou a Deus?

Gleilson Alves

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

A MARGINALIZAÇÃO DAS PALAVRAS


As pessoas utilizam as palavras cada uma ao seu bel prazer. Umas para a vida e outras para a morte... O mestre nos fala sobre isso também quando ele se refere às palavras dizendo: “A letra(palavra) mata, mas o espírito(ser) vivifica...”

Algumas pessoas com seus raciocínios lógicos formam frases a fim de explicar algo que não pode ser explicado apenas com um raciocínio feito, é necessário mais do que isso, é preciso um esforço maior para a iluminação acerca das coisas, é necessário estarmos no estado de presença(aqui/agora).

O humano costuma usar as palavras como modo de defesa, como ofensas, como modo de conquista e de coação. Na verdade a palavra só é necessária em um único quesito, na socialização do homem e nada mais. O homem tem que passar por um processo em sua existência aqui na terra, ele tem que primeiro conhecer a lei(palavra), depois vem a transformação que é a graça(Jesus), depois que o homem é transformado nada mais lhe é necessário, porque ele vive fora do corpo, em espírito, apenas observando e discernindo o cosmos.

Perceba que mesmo nos tempos de Jesus os religiosos de sua época gostavam das palavras e se identificavam com ela, mas essa palavra que eles se identificaram nunca lhes proporcionou vida, e por isso o mestre disse: “Raça de víboras! Como podeis falar coisas boas sendo vós maus?”... Palavras são apenas palavras, apenas um método de comunicação humana, não é a verdade, é apenas um meio por onde temos que passar, mas apenas passar e não ficar.

Hoje o homem marginaliza as palavras, oferecendo-lhe um valor ao qual ela não tem. Dando a Cesar o que é de Deus e de Cesar também.

Note que Jesus não precisava de palavras para discernir uma pessoa, ele simplesmente sabia através da observação, ele já tinha passado da fase das palavras, ele estava nos céus(estado de presença).

Gleilson Alves